// A ÁRVORE RACISTA//

Era uma vez uma árvore racista. Sério, você vai odiar essa árvore.

Numa colina com vista para a cidade, a árvore racista cresceu onde a grama era baixa. Crianças visitavam a árvore durante as horas de luz do dia e pediam maçãs. A árvore racista balançava seus galhos e deliciosos frutos vermelhos e lustrosos caiam. Muitas crianças comiam das maças da árvore racista, e na sombra de seus galhos, brincavam.
Um dia uma criança trouxe Sam, um menino recém chegado na cidade, para brincar perto da árvore racista.

 

"Sam, vamos comer uma maça!", disse uma garotinha.
"Não mesmo, ele é preto." disse a árvore. A frase chocou as crianças, que repreenderam a árvore. Ela no entando, não balançou seus galhos e ainda chamou Sam de macaco.

 

"Eu não acredito que a árvore racista é tão racista assim!" disse uma das crianças. Chocadas, elas então pararam e analisaram se talvez não foi por isso a árvore racista recebeu esse nome.

 

Ficou decido entre todos que se Sam não era digno das maças, nenhuma outra criança deveria come-las. As crianças pararam de visitar a árvore racista.

 

A árvore racista cresceu solitária a partir dali. Depois de muitas semanas, uma criança se aproximou brincando com sua pipa do gramado na colina com vista para cidade.

 

"Olá, posso te oferecer uma maça?" perguntou a árvore entusiasmada.

 

"Ah, vai se foder, árvore nazista" respondeu a criança.

 

A árvore racista estava triste por que apesar de ser bastante racista, e árvore não concordava particularmente com a ideologia facista de Hitler. A árvore racista então decidiu dar maças para crianças negras, não por que havia se tornado tolerante, mas por que se não fizesse isso, teria que enfrentar o ostracismo das crianças brancas.

 

E assim, aconteceu progresso social.